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Salário mínimo será de R$ 788 a partir de 1º de janeiro

Jesusmar Sousa 16:37 Add Comment
Com isso, o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 26,27



Getty Images
O governo federal editou decreto para regulamentar a Lei nº 12.382, de 25 de fevereiro de 2011, que dispõe sobre o valor do salário mínimo.
Segundo a norma, a partir de 1º de janeiro de 2015, o salário mínimo será de R$ 788. Com isso, o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 26,27 e o valor horário, a R$ 3,58. O decreto está publicado no Diário Oficial da União.

Fonte: R7

Para quem é especialista em economia ou procura informações a respeito, já esperava algo parecido com isso.
O ano de 2015 vai ser o ano em que o Governo tem que começar a "apertar o cinto", pois a dívida pública esta alta, além de que existem outros  fatores externos que podem e certamente afetarão a economia nacional.
Além da medida tomada para alterar regras do seguro-desemprego, auxílio-doença e pensão por morte, o arrocho no aumento do mínimo é necessário para conter  os gastos. E pode não parar por aí. Vamos torcer para que a inflação não dispare, pois existe também uma forte corrente que acredita que isso acontecerá nesse ano.
Abaixo segue um vídeo de Adolfo Sachsida, onde ele explica ainda no mês de agosto, bem antes das eleições, o que a economia reserva para esse ano. 

Saiba o que muda com as novas regras para seguro-desemprego, auxílio-doença e pensão por morte

Jesusmar Sousa 10:31 Add Comment

Publicadas nesta terça-feira, mudanças devem representar economia de R$ 18 bilhões ao ano a partir de 2015

O governo federal publicou na noite desta terça-feira, em edição extraordinária do Diário Oficial da União, as medidas provisórias (MPs) 664 e 665, que alteram as regras da concessão de benefícios previdenciários e trabalhistas, entre eles a concessão do seguro-desemprego.
Anunciadas na segunda-feira pelo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, as medidas  alteram regras do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e da Previdência Social, aumentando o rigor para a concessão do abono salarial, do seguro-desemprego, do seguro-defeso dos pescadores artesanais, a pensão por morte e o auxílio-doença. Segundo o governo, as mudanças vão acarretar uma economia de R$ 18 bilhões ao ano a partir de 2015.

Técnicos dos ministérios da Fazenda, da Previdência Social, do Trabalho e Emprego e do Planejamento detalharam, nesta terça-feira, as alterações. Entre as principais estão as que determinam novas regras para a concessão do abono salarial e do seguro-desemprego, que começam a valer em 60 dias.

Confira o que mudará com as medidas provisórias: 

— Seguro-desemprego

Atualmente, o trabalhador pode solicitar o seguro-desemprego após trabalhar seis meses. Com as novas regras, ele terá que comprovar vínculo com o empregador por pelo menos 18 meses na primeira vez em que requerer o benefício. Na segunda solicitação, o período de carência será 12 meses. A partir do terceiro pedido, a carência voltará a ser seis meses.
De acordo com o diretor de Programas da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda, Manoel Pires, também haverá alteração no pagamento das parcelas. Pela regra atual, o trabalhador recebe três parcelas se tiver trabalhado entre seis e 11 meses. Para receber quatro, ele tem que ter trabalhado entre 12 e 23 meses e para receber cinco parcelas tem que ter trabalhado pelo menos 24 meses.

— Agora na primeira solicitação ele vai receber quatro parcelas se tiver trabalhado entre 18 e 23 meses e vai receber cinco parcelas se tiver trabalhado a partir de 24 meses. Na segunda solicitação, o trabalhador vai fazer jus a quatro parcelas se ele tiver trabalhado entre 12 e 23 meses e cinco parcelas a partir de 24 meses. Na terceira, nada muda, vale a regra anterior — explicou Pires. 

O governo também vai aumentar a carência do tempo de carteira assinada do trabalhador que tem direito a receber o abono salarial. Antes, quem trabalhava somente um mês e recebia até dois salários mínimos tinha acesso ao benefício. Agora, o tempo será de, no mínimo, seis meses ininterruptos. Outra mudança será o pagamento proporcional ao tempo trabalhado, do mesmo modo que ocorre atualmente com o décimo terceiro salário, já que, pela regra atual, o benefício era pago igualmente para os trabalhadores, independentemente do tempo trabalhado.

As regras introduzidas agora terão impacto maior a partir de 2016. Para o trabalhador que adquiriu o direito por ter trabalhado em 2014, vale a regra atual. 

— As regras novas para o abono terão impacto financeiro, em sua maioria, em 2016, em função desses trabalhadores terem adquirido o direito em 2015 — disse Pires.

— Seguro-desemprego do pescador artesanal

Também serão alteradas as regras para a concessão do seguro-desemprego do pescador artesanal, conhecido como seguro-defeso. Agora o governo vai impedir o acúmulo de benefícios assistenciais e previdenciários com o seguro. O benefício de um salário mínimo é pago aos pescadores que exercem a atividade de forma exclusiva durante o período em que a pesca é proibida, visando à reprodução dos peixes.
Segundo a medida, para receber o benefício haverá uma carência de três anos a partir da obtenção do registro de pescador. Hoje a carência é um ano. O beneficiário também terá que ter contribuído pelo período mínimo de um ano para a Previdência Social. 

Além disso, a concessão do benefício não será extensível às atividades de apoio à pesca e nem aos familiares do pescador profissional que não satisfaçam os requisitos e as condições estabelecidos na MP. O pescador profissional artesanal também não fará jus a mais de um benefício de seguro-desemprego no mesmo ano decorrente de defesos relativos a espécies distintas. As medidas começam a valer em 90 dias.

— Pensão por morte

Além das medidas trabalhistas, as MPs também alteram as regras para a concessão de pensão por morte, com o estabelecimento de uma regra de carência mínimo de dois anos de casamento ou união estável para que o conjuge receba a pensão. A exceção é para os casos em que o óbito do trabalhador ocorrer em função de acidente de trabalho, depois do casamento ou para o caso de cônjuge incapaz.
A nova regra de cálculo do benefício também estipula a redução do atual patamar de 100% do salário de benefício para 50% mais 10% por dependente. Não terá direito à pensão o condenado pela prática de crime doloso que tenha resultado na morte do segurado. As novas regras começam a valer em 60 dias.

— Auxílio-doença

O auxílio-doença também sofrerá alteração. O teto do benefício será a média das últimas 12 contribuições e o prazo de afastamento a ser pago pelo empregador será estendido de 15 para 30 dias, antes que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passe a arcar com o auxílio-doença.

— Perícias médicas

Também haverá mudanças nas perícias médicas. A MP estabelece a possibilidade do governo fazer parcerias com empresas para que elas façam a avaliação médica dos empregados para a concessão do benefício, que deverá ser homologada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As regras para as parcerias ainda serão publicadas em decreto.

* Agência Brasil

O sequestro de poupança é proibido constitucionalmente

Jesusmar Sousa 11:40 Add Comment
Ouvi sobre um boato de que a presidenta Dilma poderia sequestrar poupanças como fez Fernando Collor de Melo no famigerado plano de tentar conter a hiperinflação que o Brasil sofria naquele período. 

Acontece que é improvável que isso aconteça e se vier a acontecer terá que ser por aprovação das duas casas legislativas (Câmara dos deputados e Senado Federal), pois a Constituição Federal (CF) veda em seu artigo 62, parágrafo 1º, inciso II o sequestro de bens, poupança ou outros ativos financeiros por meio de medida provisória:

Art. 62. Em caso de relevância e urgência, o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001) 

...

§ 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

...

II – que vise a detenção ou seqüestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)


Trocando em miúdos: Só um verdadeiro golpe de Estado poderia levar a tal situação e diga-se de passagem que se isso viesse a acontecer, poderia estar se iniciando uma verdadeira guerra civil no Brasil.

Só digo que é pouco provável que aconteça, pelo menos na atual conjuntura. 




Dilma chora na entrega de relatório da Comissão da Verdade

Dilma chora na entrega de relatório da Comissão da Verdade

Jesusmar Sousa 00:14 Add Comment


O relatório final da Comissão da Verdade responsabiliza 377 pessoas por tortura e mortes durante a Ditadura, incluindo os cinco presidentes do regime militar. O documento, entregue nesta quarta-feira (10) à presidente Dilma Rousseff, recomenda que as Forças Armadas reconheçam os crimes e que os culpados sejam punidos.
Popularidade de Dilma despenca 27 pontos em três semanas e chega a 30%
após onda de protestos

Popularidade de Dilma despenca 27 pontos em três semanas e chega a 30% após onda de protestos

Jesusmar Sousa 10:28 Add Comment
[caption id="attachment_377" align="alignleft" width="300"]Popularidade de Dilma tem registrado frequente queda nas últimas pesquisas realizadas em todo o País Wilson Dias/24.04.2013/ABr Popularidade de Dilma tem registrado frequente queda nas últimas pesquisas realizadas em todo o País
Wilson Dias/24.04.2013/ABr[/caption]

O momento de instabilidade da economia brasileira, com bolsas de valores em queda e dólar e inflação em alta, somado à onda de protestos que tomou conta do País nos últimos 15 dias, fez com que a aprovação do governo de Dilma Rousseff despencasse 27 pontos percentuais em apenas três semanas, segundo pesquisa do Datafolha, finalizada na noite desta sexta-feira (28).

Pelo número, é possível afirmar que, em média, somente três em cada dez brasileiros aprovam o atual governo.

No momento, apenas 30% dos brasileiros consideram a gestão da petista boa ou ótima, sendo que na primeira semana de junho, antes das manifestações que se espalharam pelo Brasil, o número chegava a 57%. Uma pesquisa feita em março mostrou mais que o dobro da aprovação atual: 65%.

Os entrevistados responderam, também, sobre o desempenho de Dilma frente aos protestos. Para 32%, a postura foi ótima ou boa, enquanto 38% julgaram como regular e outros 26% avaliaram como ruim ou péssima.

O índice representa a maior queda de popularidade de um presidente desde que Fernando Collor de Mello aprovou o plano econômico que confiscou a poupança dos brasileiros, em 1990. Na época, a aprovação caiu de 71% para 36% no intervalo de três meses.

A parte da população que considera o governo de Dilma ruim ou péssimo foi de 9% para 25%, sendo que a nota média da petista foi de 7,1 para 5,8, em escala de zero a dez.

Quando perguntados sobre o desempenho da presidente na reação aos protestos, 30% disseram que foi bom ou ótimo, contra 38% que acharam regular e outros 26% que optaram por ruim ou péssimo.

A avaliação positiva da gestão econômica do atual governo caiu de 49% para 27%, o que ajuda a explicar a queda da popularidade de Dilma.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos. Foram ouvidas 4.717 pessoas em 196 municípios.

 

Fonte: R7
Discurso de Dilma agrada à Fifa, e entidade reforça compromisso por 2014

Discurso de Dilma agrada à Fifa, e entidade reforça compromisso por 2014

Jesusmar Sousa 11:47 Add Comment

DilmaA Fifa disse estar satisfeita com o discurso da presidente Dilma Rousseff, que se manifestou na noite da última sexta-feira em rede nacional sobre a onda de protestos em todo o Brasil. A entidade responsável pela organização da Copa das Confederações e da Copa do Mundo ressaltou o compromisso em manter os eventos no país, apesar dos boatos que dão conta de que poderia haver mudanças.


“Nós recebemos bem as palavras da presidente Dilma Rousseff, e reafirmamos nosso compromisso com o governo brasileiro em criar uma Copa das Confederações e uma Copa do Mundo em condições que todos aproveitem”, declarou Pekka Odriozola, porta-voz da Fifa.


Ele ressaltou que a entidade não tem qualquer intenção em pedir algum tipo de reforço para os jogos marcados para a Copa das Confederações, devido aos protestos. Dentro dos estádios, cujo planejamento é feito pela própria Fifa, não há qualquer intenção de se alterar a programação relativa à segurança. Odriozola ressaltou que nunca foi discutido um possível cancelamento da Copa das Confederações.



“Estamos em constante contato com as autoridades. Não se pensou em alterar nada em função do que vem ocorrendo. Nossa prioridade é que toda a operação prossiga da forma como vem ocorrendo”, observou.​


 

Fonte: Terra
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